segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A Visitar: Mosteiro da Batalha

Mosteiro da Batalha

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória é mais conhecido por Mosteiro da Batalha.

A construção deste monumento surgiu devido a uma promessa feita pelo Rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada a 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

A construção durou mais de 150 anos, através de várias fases de construção.

D. João I doou-o à ordem de S. Domingos.
D. João I, Rei de Portugal
Na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834, o monumento foi depois incorporado na Fazenda Pública, estando hoje na dependência do IGESPAR, assumindo-se como espaço cultural, turístico e de devoção.

No Mosteiro da Batala encontram-se sepultados:

  • D. João I;
  • D. Filipa de Lencastre;
  • Infante D. Henrique;
  • Infante D. João;
  • D. Isabel;
  • D. Fernando;
  • D. Afonso V;
  • D. João II;
  • D. Duarte;
  • Soldado Desconhecido.

Túmulo de D. João I

Para visitar:

  • De 16 de outubro a 31 de março: 09h00 às 18h00 (última entrada às 17h30)
  • De 1 de abril a 15 de outubro: 09h00 às 18h30 (última entrada às 18h00)
  • Encontra-se encerrado a 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 24 e 25 de dezembro


  • O bilhete individual: 6€
  • Bilhete conjunto Rota do Património (Alcobaça, Batalha, Convento de Cristo): 15€
  • Descontos: Visitantes com idade igual ou superior a 65 anos (50%); Cartão de estudante (50%); Bilhete Família (2 adultos + filhos - 50%); Cartão Jovem (50%); Protocolos com entidades terceiras (20%)
  • Entrada livre: 1º domingo de cada mês para visitas individuais ou grupos até 12 pessoas; Membros da APOM/ICOM e ICOMOS, investigadores e outros profissionais (conservadores, restauradores, museologia/património, jornalistas, guias-intérpretes e outros profissionais de informação turística) no desempenho das suas funções e devidamente identificados; professores e alunos de qualquer grau de ensino, quando comprovadamente em visita de estudo; Mecenas institucionais; Crianças até aos 12 anos


Neste site: http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Leiria.VR/Patrimonio/Batalha/ é possível uma visita em 360º ao Mosteiro da Batalha



MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Padre Ratzinger a fazer a saudação nazi



Futuro Papa Bento XVI - na foto ainda Padre Ratzinger fazendo a saudação nazista durante uma missa


MZ

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

11/09/2001

Imagens dos Atentados do 11 de Setembro de 2001

O dia 11 de setembro de 2001 ficou marcado por um dos mais violentos atentados terroristas da história.

Terá sido o grupo terrorista Al Qaeda, liderada por Osama Bin Laden a vitimar milhares de norte-americanos, quando aviões controlados por terroristas atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center e partes do prédio do Pentágono, sede do departamento de defesa dos EUA.

Na manhã do dia 11 de setembro, 19 terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros.

Ambos os edifícios do World Trade Center desmoronaram-se duas horas após o impacto, destruindo edifícios vizinhos, causando vários outros danos.

Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões.

Houve um total de 2.996 mortes, não só morreram norte-americanos, mas também cidadãos de mais de 70 países.

Alega-se que os três principais motivos para os ataques sejam a presença americana na Arábia Saudita, o apoio a Israel por parte dos EUA e as sanções contra o Iraque.

Curiosidades:
  • O valor total das obras de artes perdidas quando as Torres Gémeas desabaram ultrapassou os 100 milhões de dólares, entre estas obras estavam algumas de autoria de Joan Miró, Roy Lichtenstein, Picasso e David Hockney.
  • Os bombeiros levaram 100 dias para extinguir todos os focos de incêndio.
  • Apenas 291 corpos foram recuperados "intactos".
  • No total, os trabalhadores escavaram através de mais de um milhão de toneladas de escombros à procura de restos mortais e objetos pessoais. Encontraram 65 mil objetos, incluindo 437 relógios e 144 alianças de casamento.
  • Os quatro principais tópicos de pesquisa no Google na semana de 11 de setembro, em ordem decrescente, foram: Nostrodamus, CNN, World Trade Center e Osama Bin Laden.
  • Um templo muçulmano foi destruído quando o World Trade Center entrou em colapso, juntamente com uma loja de Alcorões.
  • Os cães de resgate encontraram tão poucas pessoas com vida que acabaram por ficar stressados, os voluntários tiveram que fingir estar entre os destroços para manter os cães animados.
  • O único avião autorizado a voar após os ataques foi um que foi de San Diego para Miami, para entregar um antídoto a um homem mordido 


MZ

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Invasão da Polónia pelas Tropas Nazis

Invasão da Polónia pelas Tropas Nazis
A Alemanha saiu derrotada da Primeira Guerra Mundial e tinha perdido alguns dos seus territórios. As indemnizações impostas à Alemanha pelos Aliados causaram um colapso da moeda e um desemprego em massa.

Estes fatores foram explorados pelos nazis e contribuíram para o fortalecimento de Hitler no poder, que viria a assumir em 1933.

A relação da Alemanha com a Polónia era tensa desde a República de Weimar. Nenhum governo do Reich nem partido alemão concordava com a nova delimitação da fronteira a Leste do país, imposta pelo Tratado de Versalhes.

Hitler motivado pelas matérias-primas da Roménia, Cáucaso, Sibéria e da Ucrânia, decidiu começar a expansão para Leste. Embora as potências ocidentais temessem o perigo nazi, permitiram o seu crescimento como forma de bloqueio ao avanço comunista da União Soviética.

Em 1935, a Alemanha reiniciou a produção de armamento e restabelecido o serviço militar obrigatório, indo contra às condições impostas no Tratado de Versalhes.

Em simultâneo, aproximou-se da Itália Fascista de Benito Mussolini, da Espanha de Francisco Franco, do Japão, e anexou a Áustria, em 1938 com o visível consentimento dos austríacos.

No ano seguinte, com a conivência da França e da Inglaterra, incorporou a região dos Sudetos, que abrigava minorias alemãs, na Tchecoslováquia. Por último, aproveitou o ceticismo ocidental em relação à União Soviética e assinou com Estaline um acordo de não agressão e neutralidade de cinco anos.

Estava então aberto o caminho para a Polónia, exigindo a devolução da zona conhecida por "corredor polaco" e do porto de Danzig.

A Polónia não concordou em ceder Danzig, então as tropas alemãs invadiram o país a 1 de setembro de 1939 e travaram uma blitzkrieg (guerra-relâmpago) com a frágil resistência local.

Dois dias depois, 3 de setembro, a Inglaterra e a França declararam guerra à Alemanha, fazendo com que começasse a Segunda Guerra Mundial.

A 17 de setembro, outra invasão, desta vez pelo Exército Vermelho, da União Soviética, entrou no território polaco pelo Leste. Dez dias depois, a capital Varsóvia, rendeu-se. Em pouco mais de um mês a Polónia deixou de existir como país, passando a ser território ocupado por alemães e soviéticos.

A 24 de agosto do mesmo ano, os dois países assinaram o Pacto Molotov-Ribbentrop que além da não agressão, definia, através de um protocolo secreto, as intenções de ambos os países em relação à Polónia.

A Polónia foi dividida, os soviéticos ficaram com a região leste, incluindo a Bielorrússia e o oeste da Ucrânia, os alemães ficaram com a parte ocidental do país, declarado parte da Grande Alemanha, nome dado à combinação de territórios anexados à Alemanha Nazi.

A ocupação nazi foi a mais longa na Polónia do que em qualquer outro país, o que deu mais tempo para a implementação de políticas racistas e segregacionistas contra aqueles considerados "inferiores racialmente".

Muitos deixaram as suas casas sem destino definido e levavam apenas o que podiam carregar. Tornavam-se refugiados no seu próprio país.

Cerca de seis milhões de pessoas, quase 18% da população polaca, foi morta durante a Invasão da Polónia pela Alemanha Nazi.

Execuções em massa, campos de concentração e expulsões foram parte da realidade polaca durante os seis anos de ocupação nazi, que durou entre 1939 e 1945.

MZ

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domingo, 22 de janeiro de 2017

I Have a Dream

Discurso de Martin Luther King: "I Have a Dream"

O discurso "I Have a Dream" (Eu Tenho um Sonho) é o nome do histórico discurso público feito pelo ativista político norte-americano, Martin Luther King.

Nele falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro.

O discurso aconteceu no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial, em Washington, D.C. (EUA) como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade.

Tornou-se num momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis.
Na plateia estavam mais de 200 mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso dos EUA do século XX numa pesquisa feita em 1999.

Martin Luther King foi escolhido como Prémio Nobel da Paz no ano de 1964.


MZ

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Informações do Blog!

Em ano novo gostaria de fazer uns post's diferentes, nunca esquecendo a História.
Sou estudante de Turismo e adoro História o faz sentido fazer post's de locais a visitar. Por isso vou passar a fazer post's de locais e monumentos a visitar, inicialmente, em Portugal e depois pelo mundo. Espero ter oportunidade de em alguns casos contar a minha experiência nesses locais e colocar imagens próprias, nesses post's irei contar a história dos locais e também dar algumas informações essenciais como moradas, horários e preçários.
Mas... Continuarei a fazer post's de "Imagens com História".
Se tiverem ideias de outros tipos de post's que possa fazer digam, dêem ideias!




MZ

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Máscaras Mortuárias

Dois artistas que trabalhavam com um cadáver para produzirem a sua máscara mortuária

Era uma prática comum no passado, fazer mortuárias, tendo o rosto do morto como molde.

Eram feitas de gesso ou cera logo após o falecimento e tinham como intenção principal reter uma lembrança do falecido.

Noutras culturas, a máscara era um ritual de sepultamento. As mais conhecidas foram as máscaras feitas pelos antigos egípcios como parte do processo de mumificação, por exemplo a máscara de Tutankhamon.

Apesar desta máscara do Faraó ser feita de ouro, os egípcios eram habilidosos na arte de fazer máscaras mortuárias com diversos materiais além do ouro. Na época, as pessoas que podiam pagar por um sepultamento que incluísse uma máscara mortuária, eram membros da elite social.

No período romano a técnica ainda era usada e as máscaras, já em gesso, eram cuidadosamente pintadas para parecerem vivas.

No século XVII, alguns países europeus usavam as máscaras mortuárias como efígies.

No século XVIII e XIX foram usadas para registarem rostos de desconhecidos para posteriormente se identificar, até esta técnica ser substituída pela fotografia.

As próximas imagens são de máscaras mortuárias de pessoas famosas:

Máscara Mortuária - Napoleão Bonaparte - Imperador da França

Máscara Mortuária - Chopin - Pianista

Máscara Mortuária - Nikola Tesla - Inventor

Máscara Mortuária - Thomas Edison - inventor norte-americano

Máscara Mortuária - Abraham Lincoln - Presidente dos EUA
Máscara Mortuária - Isaac Newton - Famoso Físico

Máscara Mortuária - Ludwig Van Beethoven - Famoso Compositor

Máscara Mortuária Papa Pio IX
Máscara Mortuária - Lenin - Revolucionário e Chefe de Estado da URSS

MZ

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