domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018!



MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

As Tradições de Passagem de Ano


Em Portugal, usa-se roupa interior azul porque significa sorte para o ano seguinte. Além disso, os portugueses gostam de fazer barulho na noite de passagem de ano, atirando loiça pela janela ou batendo com as tampas das panelas.

Também em Portugal, comem-se doze passas à meia-noite, em cada uma das 12 badaladas do sino à hora certa, pedindo um desejo por cada passa.
12 Passas
Na Finlândia e Áustria, a tradição é prever o ano seguinte através do derreter de uma ferradura. As pessoas compram ferraduras em estanho e derretem-nas numa frigideira. O estanho derretido é colocado em água gelada e solidifica novamente, com uma forma aleatória. Posteriormente, cada pessoa vê com  que se parece a sombra do material solidificado, para tentar perceber se significa felicidade, amor, tristeza ou dinheiro.

Na Itália, na noite de Ano Novo todos (incluindo turistas) devem usar roupa interior vermelha. Também é costume oferecer umas cuecas vermelhas às mulheres, desejando-lhes um ano feliz, apelando aos talentos de "amante latino" dos italianos.
Cueca Vermelha
Outro ritual em Roma e Nápoles é quando os italianos atiram pela janela os objetos que já não querem, podem ser roupas, pratos, etc., para simbolizar o esquecer do passado e a entrada numa vida nova. Adicionalmente, escrevem-se os desejos para o ano novo num papel e atira-se para uma lareira, para que se tornem realidade.

Na Dinamarca é tradição assistir ao discurso de Ano Novo da Rainha na televisão, às 18 horas e brindar com champanhe. O jantar é realizado numa mesa decorada com chapéus, cornetas e crackers. À meia-noite, juntamente com os cânticos e o champanhe, come-se bolo de maçapão e depois todos vão para a rua rebentar crackers e ver o fogo-de-artifício.

Na Irlanda, as pessoas adoram beber na noite da passagem de ano mas, além das atividades relacionadas com o álcool, existem outras tradições. Uma das mais antigas consiste nas raparigas jovens dormirem com azevinho debaixo da almofada, na esperança de encontrarem o amor da sua vida no Ano Novo.
Azevinho
Outra tradição famosa na Irlanda, para a primeira manhã do ano, é o mergulho nu nas águas geladas do Atlântico, para testar as resoluções dos nadadores mais corajosos.

No Reino Unido, todos os britânicos saem à rua à meia-noite, dançam e cantam a música "Auld Lang Syne", juntos.

Nas Filipinas, a tradição de final de ano passa por usar uma peça de roupa às bolinhas devido à associação entre a forma circular das bolinhas e a forma das moedas. É ainda mais importante se essa peça de roupa tiver um bolso, no qual se guardam algumas moedas de forma a atrair outras durante todo o ano.

Na Escócia, na cidade de Edimburgo há a tradição conhecida como "Hogmanay", é um festival de rua animado por danças populares, música tradicional, fogo-de-artifício e teatro de rua, ocorre, sobretudo, na rua principal da capital escocesa, a Royal Mile, e que se assume na forma de cortejo, conhecido também como "Torchlight Procession".
Celebração do "Hogmanay"
No Japão, a passagem de ano coincide com uma tradição budista conhecida por "Joya No Kane", na qual soam 108 badaladas de um qualquer templo budista do país. É desta forma que os habitantes desejam o melhor para si e para os seus para o ano que começa, tentando desta maneira afugentar todos os 108 pecados da alma humana para o ano inteiro.

No Brasil, por norma a Passagem de Ano é passada na praia, até porque é verão nesta altura e está calor. O destino mais conhecido é o Rio de Janeiro e a praia de Copacabana, que se enche de milhares de pessoas que assistem aos espetáculos, concertos e o famoso fogo-de-artifício. Um dos rituais obrigatórios em nome de Yemanjá, é vestir roupa branca e atirar flores ao mar depois de saltar sete ondas.
Passagem de Ano na praia de Copacabana
Na Alemanha, o porco simboliza boa sorte na comemoração do Ano Novo. As celebrações muitas vezes incluem banquetes tendo o leitão como um dos pratos. As mesas são decoradas com porcos em miniatura feitos de marzipã, açúcar, massa de bolachas ou chocolate. Entre os povos germânicos, os porcos eram sinal de fartura, fertilidade e riqueza. Há séculos, quem possuía um porco era considerado abastado.
Porco feito de pasta de açúcar
Na Holanda, em algumas cidades, são acesas fogueiras públicas para queimar árvores de Natal. São organizados mergulhos numa série de lagos, canais e no Mar do Norte. Os eventos são transmitidos na televisão e os participantes são vistos com admiração, pois nesta altura do ano, na Holanda, regista-se temperaturas negativas.

No Equador, os equatorianos reúnem-se para queimar fotos e imagens que representam algo que não gostam e não desejam ter nas suas vidas no ano novo.

No Chile, a noite de Ano Novo é celebrada não apenas com os vivos, mas também com os mortos. Centenas de pessoas vão até aos cemitérios para se aproximar dos seus familiares levando flores e velas.
Celebração do Ano Novo no cemitério, no Chile
Na Bolívia, ao se preparar um bolo para a Passagem de Ano, coloca-se algumas moedas misturadas no preparado, quem as encontrar terá muita sorte no ano seguinte.

Na Estónia, manda a tradição que se comam sete refeições no dia de Ano Novo para um ano cheio de força e energia.

Em Cuba, enche-se um balde com água e à meia-noite despeja-se pela janela. Os cubanos acreditam que é a melhor maneira para se livrarem das más recordações e das experiências desagradáveis do ano que termina.

Na Suíça, a tradição é a de espalhar gelado nos passeios da rua, para atrair abundância e boa sorte para o Ano Novo.

Na Polónia, para e afastar os maus espíritos das suas casas para o Ano Novo coloca-se alcatrão nas janelas e maçanetas.

Na Colômbia, dá-se a volta ao quarteirão com uma mala vazia para ter um ano repleto de viagens.

MZ

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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Tornou-se da Tribo

Olive Oatman, 1863
A fotografia é de 1863 e 12 anos antes Olive Oatman tinha sido sequestrada por nativos e vendida aos Mohaves.

A tatuagem no seu queixo indica que Olive foi considerada um membro da tribo e não uma escrava. Cinco anos depois de viver com os nativos, conseguiu fugir.


MZ

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domingo, 24 de dezembro de 2017

Feliz Natal!




MZ

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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

A Visitar: Castelo dos Mouros

Castelo dos Mouros - Sintra

O Castelo dos Mouros também conhecido como o Castelo de Sintra, localiza-se na vila de Sintra.

Erguido sobre um maciço rochoso, isolado num dos cumes da Serra de Sintra, na Estremadura, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada.

A pesquisa arqueológica contemporânea, entretanto, revela que a primitiva ocupação da região de Sintra data dos séc. X a VIII a.C.

Quando da Invasão Muçulmana na Península Ibérica, a partir do séc. VIII a região foi ocupada.

Sintra e Lisboa estando sempre associadas, viriam a ser reconquistadas pelas forças de Afonso VI de Leão, para voltar ao domínio muçulmano em 1095, até se entregar voluntária e definitivamente, a D. Afonso Henriques em 1147.

O filho de D. Afonso Henriques, D. Sancho I também dispensou cuidados ao castelo, remodelando e reforçando-lhe as defesas. Assim também procedeu, séculos mais tarde, D. Fernando I, tendo o castelo sido assediado por tropas de Castela no contexto das chamadas Guerras Fernandinas.

Posteriormente, diversos soberanos portugueses elegeram Sintra para sua estadia, demorando-se no "Paço Régio" - Palácio Nacional de Sintra, construído para esse fim e sucessivamente ampliado e melhorado ao longo dos século,  tendo a povoação se desenvolvido em torno deste novo núcleo.

O castelo manteve-se por essa razão em segundo plano, entrando em decadência, principalmente após o séc. XV, face à expulsão dos judeus do país, então os seus únicos habitantes.

No séc. XVI encontrava-se desabitado. A queda de um raio causou-lhe danos na Torre de Menagem, em 1636, danos gravemente aumentados pelo Terramoto de 1755.

No séc. XIX, sob o reinado de D. Maria II, o seu consorte, D. Fernando II, sob o impulso de redescoberta da Idade Média proporcionado pelo Romantismo, tomou, em 1839, o antigo castelo por aforamento à Câmara Municipal de Sintra pela quantia anual de 210 réis, promovendo-lhe amplas obras de reconstrução que, embora de carácter amador, tiveram o mérito de interromper o avançado estado de degradação em que a estrutura se encontrava.

O Castelo dos Mouros e a cisterna encontram-se classificados como Monumento Nacional. O conjunto de Sintra foi classificado como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1995.


A visitar

Horários:
  • Até 25 de março de 2017 - 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h00)
Preço:

  • Até 25 de março de 2017:
    - Bilhete adulto (18 a 64 anos): 6,50€
    - Bilhete jovem (6 a 17 anos): 5€
    - Bilhete sénior (maiores de 65 anos): 5€


MZ

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Método para curar o Alcoolismo na Rússia - 1916



Na imagem: da tradução russa - "O mais novo método para curar o alcoolismo - óleo de ricino" em 1916


MZ

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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Festas Tradicionais: La Batalla del Vino - Espanha

Decidi fazer outra série de post's no blog, que consistem em transmitir informações sobre as festas mais tradicionais (uma mais do que outras) em redor do mundo.

4. La Batalla del Vino


A "La Batalla del Vino" (Batalha do Vinho) é uma festa de interesse turístico a nível nacional, que se realiza anualmente durante a manhã do dia 29 de junho, na cidade de Haro, La Rioja, em Espanha.

A festividade é em honra de São Pedro. Consiste em atirar vinho tinto aos outros participantes até estes ficarem completamente roxos.
Celebração da La Batalla del Vino
A festa começa um pouco antes das 7 horas da manhã, quando as pessoas se vestem de branco, com um lenço vermelho e levam o vinho para a "luta", ou em tratores ou em veículos particulares. Seguindo até aos Rochedos de Bilibio, nas imediações do município. Por lá, alguns dos visitantes seguem até à capela, onde é celebrada a missa do dia.
Celebração da La Batalla del Vino
Depois começam a atirar o vinho de diversas maneiras como com pistolas de água.
Celebração da La Batalla del Vino
Segundo a tradição oral de La Rioja, a romaria de São Pedro transformou-se na batalha ainda no século XIX quando as celebrações de romeiros após a missa se convertiam em brincadeiras regadas a vinho. A prática ganhou o nome de Batalha do Vinho em 1949, quando já tornava-se manifestação popular que atraia turistas.
Celebração da La Batalla del Vino

MZ

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