segunda-feira, 16 de novembro de 2020

María Félix - Amante de Frida Kahlo e do Marido, Diego Riviera

María Félix
Fonte: Varidades

María Félix (1914-2002) foi uma atriz e cantora de cinema mexicana.

Foi uma das figuras de maior sucesso do cinema latino-americano nas décadas de 1940 e 1950, considerada uma das mais belas atrizes do cinema mexicano.

Diego Rivera (1886-1957) foi um dos maiores pintores mexicanos que se casou com Frida Kahlo (1907-1954), também ela uma pintora mexicana.

Diego Riviera e Frida Kahlo
Fonte: Google Arts & Culture

Diego tinha uma extensa lista de infidelidades, mas Frida não se deixava ficar. Frida seduzia e tinha casos com as amantes do marido. O caso mais conhecido foi o triângulo amoroso do casal, com a atriz María Félix.

Diego chegou a pedir María em casamento, o que Frida pessoalmente enviou uma carta pedindo que a atriz aceitasse o pedido de Diego. María recusou, no entanto passava longas temporadas na Casa Azul com Frida e Diego.


Fonte: Wikipédia | Fatos Desconhecidos


MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

sábado, 14 de novembro de 2020

"Amo os meus pais gays"


Rapaz com uma placa a dizer "Amo os meus pais gays" no Desfile do Orgulho Gay, em São Francisco, no ano de 1974.

MZ

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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Nefertiti, Poderosa Rainha do Egito

Busto de Nefertiti
Escultor real Tutmose
Fonte: Aventuras na História

Nascida em 1370 a.C., foi uma Rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito.

Segundo algumas teorias, Nefertiti seria filha de Ay, uma autoridade de alto escalão que mais tarde se tornaria Faraó. Entretanto, acredita-se que Tey, esposa de Ay, não era a sua mãe biológica. A sua mãe teria morrido, sendo Tey a sua ama de leite.

Era a principal esposa do Faraó Amenófis IV, conhecido como Aquenaton. Casaram-se quando Nefertiti tinha cerca de 15 anos.
Faraó Amenófis IV, conhecido como Aquenaton, marido de Nefertiti
Fonte: Torre de Babel

Após chegar ao poder Nefertiti passou a ser chamada de Neferneferuaten-Nefertiti. O seu nome Nefertiti, significa apenas "a bela chegou", e o seu novo nome significa "belas são as belezas de Aton (o deus Sol), uma bela mulher chegou".

Nefertiti e o seu marido tornaram-se conhecidos pela revolução religiosa, na qual adoravam apenas um deus, Áton, ou o disco solar.

Foram responsáveis por criarem uma nova religião que alterou as formas de religião dentro do Egito.

Com o seu marido, Nefertiti reinou no que foi o período mais próspero na história do Antigo Egito.

A partir das inscrições da época, é possível perceber que, por mais que Nefertiti não fosse a única esposa de Akhenaton, os dois tinham um relacionamento amoroso verdadeiro. Em representações, o Faraó sempre mostra abertamente o seu amor pela Rainha e pelas suas seis filhas, algo bastante incomum.
Representação de Akhenaten, Nefertiti e os seus filhos
Fonte: Aventuras na História

A presença de Nefertiti nas paredes e túmulos antigos é constante, numa frequência maior do que qualquer outra Rainha do Antigo Egito. Nas ilustrações, desempenha diversos papéis, desde uma Rainha de apoio, até a uma guerreira, atingindo o inimigo.

Nesse sentido, as cenas geralmente associadas com Faraós sugerem que ela atuava num posto parecido com o do seu marido. Registos do ano 12 do governo de Akhenaton indicam que, naquela época, Nefertiti foi elevada ao estatuto de co-regente e tinha o mesmo poder do Faraó.

Na mesma altura em que foi "promovida", Nefertiti desapareceu dos registos, o que poderia indicar a sua morte. Entretanto, uma inscrição de cinco linhas, que data do ano 16 do governo de Akhenaton, foi descoberta em 2012 e menciona a Rainha como a Grande Esposa Real. Considerando que a sua múmia nunca foi encontrada e que esse inscrito surgiu, acredita-se que ela tenha vivido mais do que se tinha imaginado até aí.

Em 1912, uma equipa liderada pelo arqueólogo alemão Ludwig Borchardt encontrou um busto bem conservado de Nefertiti, datado de 1345 a.C. Produzida pelo escultor real Tutmose, a obra mostra a Rainha com um pescoço comprido, sobrancelhas arqueadas, mandíbula reta e um nariz fino. A partir dele, Nefertiti tornou-se num ícone de beleza feminina. O busto é comumente descrito como "a obra de arte mais conhecida do Antigo Egito".
Segundo registos, uma Faraó chamada Neferneferuaten passou a governar o Antigo Egito depois que Akhenaton morreu, ficando no poder durante dois anos. Coincidentemente, o nome de Nefertiti era muito parecido e, rapidamente ela tornou-se numa candidata a esse título. A teoria foi descartada quando pensaram que ela teria morrido no ano 12, mas voltou a ser discutida depois da descoberta da inscrição em 2012. Caso ela realmente estivesse viva na altura, existe a grande possibilidade de que Nefertiti se tenha tornado numa grande Faraó.

Poucas pessoas conseguem ser tão conhecidas na história do Egito como Cleópatra. Nefertiti chegou perto disso. Assim que o seu busto foi descoberto e levado a público, a antiga Rainha virou um símbolo cultural do Antigo Egito. A sua redescoberta gerou muito interesse na mulher, fazendo dela a Rainha egípcia mais famosa depois de Cleópatra.

MZ

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terça-feira, 10 de novembro de 2020

A Primeira Supermodelo da América

Audrey Munson
Fonte: Wikipédia
Audrey Munson, nascida a 8 de junho de 1891, foi uma modelo e atriz de cinema americana. É considerada, atualmente como a "Primeira Supermodelo da América"

Na sua época era conhecida como "Miss Manhattan", "Menina Panamá-Pacífico", "Menina de Exposição" e "Vénus Americana".

Foi o modelo ou inspiração de mais de 12 estátuas que se encontram na cidade de Nova Iorque e em muitas outras cidades.

Audrey foi a primeira atriz americana a aparecer completamente nua no cinema, no filme "Inspiration" de 1915, o primeiro dos seus quatro filmes mudos.
Filme "Inspiration", de 1915
Fonte: Wikipédia
"Inspiration" é um filme mudo de drama, dirigido por George Foster Platt e escrito por Virginia Tyler Hudson. Foi o primeiro filme americano não pornográfico a exibir a nudez feminina total.

Os filmes em que Audrey entrou foram um sucesso de bilheteira, embora os críticos estivessem divididos. O estúdio contratou uma sósia de Audrey, Jane Thomas, para fazer as suas cenas, enquanto Audrey apenas fazia as cenas em que estava nua.

Em 1919, Audrey estava a morar com a sua mãe numa pensão, em Manhattan, do Dr. Walter Wilkins. Este apaixonou-se por Audrey e, a 27 de fevereiro, assassinou a sua mulher, Julia, para que ele pudesse estar disponível para se casar com Audrey.

No entanto, Audrey e a sua mão saíram de Nova Iorque, o que levantou suspeitas. Deu-se, então, início a uma caçada por todo o país até que foram localizadas no Canadá. O conteúdo dos depoimentos que elas forneceram nunca foi revelado, mas Audrey negou veementemente que ela tivesse algum relacionamento romântico com o Dr. Wilkins. Este foi julgado, considerado culpado e sentenciado à morte pela cadeira elétrica. Ele acabou por se enforcar na sua cela.

Como consequência direta ou não, o assassinato marcou o fim dos dez anos de carreira de Audrey.

Em 1920, Audrey não conseguia arranjar trabalho, vivia com a sua mãe, que vendia utensílios de cozinha de porta em porta.

A 27 de maio de 1922, Audrey tenta o suicídio ao engolir uma solução de bicloreto de mercúrio
Audrey Munson
Fonte: Vogue
A 8 de junho de 1931, a sua mãe pediu a um juiz que a colocasse num manicómio. O juiz ordenou que Audrey fosse internada num centro psiquiátrico para tratamento.

Audrey ficou no Hospital Estadual St. Lawrence para Insanos, em Ogdensburg, onde foi tratada por depressão e esquizofrenia, durante 65 anos, até à sua morte aos 104 anos.

Durante décadas, Audrey não teve visitas no asilo, mas foi redescoberta por uma meia sobrinha, Darlene Bradley, em 1984, quando Audrey tinha 93 anos.

Audrey morreu a 20 de fevereiro de 1996, aos 104 anos.


Fonte: Wikipédia

MZ

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domingo, 8 de novembro de 2020

Isaac Sprague - O Esqueleto Vivo

Isaac Sprague, em 1867
Fonte: Wikipédia

Isaac Sprague, conhecido como esqueleto vivo, nasceu a 21 de maio de 1841, em Massachusetts, nos EUA.

Depois dos 12 anos passou a perder muito peso apesar de se alimentar normalmente.

Os médicos ficaram intrigados quando ele começou a perder peso rapidamente. Isaac culpou a natação pela sua perda de peso.

Trabalhou no ramo do calçado com o seu pai e mais tarde na mercearia do seu pai.

Quanto mais peso perdia, mais fraco ficava, até para trabalhar e foi forçado a deixar o trabalho.

Em 1865, uma exposição de Freak Shows passou pela cidade. Isaac recusou a oferta de emprego com a equipa, mas depois da morte dos pais foi para Freak Shows.

Apresentou-se como "The Living Skeleton" ou "The Original Thin Man".

Então em Nova Iorque conseguiu um emprego no PT Barnum's Museu Americano, por 80 dólares por semana. O seu trabalho no museu acabou quando este foi totalmente destruído em 1868.

Isaac casou-se com Tamar Moore e tiveram três filhos saudáveis.

Voltou a trabalhar nos Freak Shows. Aos 44 anos, Isaac tinha 1,80m e pesava apenas 15kg.

Os médicos decidiram que ele sofria de extrema atrofia muscular.

Morreu, pobre, em Chicago, nos EUA, a 5 de janeiro de 1887.

MZ

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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Descendente de Auschwitz contra a Manifestação Neonazi

Danuta Danielsson ataca um neonazi, em 1985
Foto: "A Mulher com a Mala" de Hans Runesson
Fonte: Medium

Uns quantos neonazis do Partido Nórdico do Reich marcharam pelas ruas da pequena cidade sueca Växjö. Quem passava na rua parou para ver o que se passava, com olhar de desconfiança e de reprovação.

Subitamente mesmo no meio de uma praça, Damuta Danielsson, de 38 anos e de origem judaico-polaca, avança resolutamente e, com a sua mala, desfere um golpe na cabeça de um dos neonazis.

Isto aconteceu a 3 de abril de 1985 e o momento ficou registado para a posteridade graças ao fotógrafo Hans Runesson.

O neonazi atingido, Seppo Seluska, acabou um ano depois por ser condenado por homicídio e tortura de um judeu homossexual.

O Partido Nórdico do Reich foi fundado em 1956 e chegou a concorrer a eleições legislativas, mas teve poucos votos, ficando de fora do órgão legislativo sueco. Em 2009, o partido dissolveu-se.

A mãe de Danuta tinha sido prisioneira de um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial e o ódio, ainda tão presente, ao nacional-socialismo não permitia marchas deste género nas ruas europeias.

A mãe de Danuta sobreviveu ao campo de Auschwitz, mas o que sofreu perdurou na vida familiar.

Danuta acabou deprimida e isolada em casa, onde suicidou-se em 1988, aos 41 anos de idade. Diz-se que Danuta não conseguiu lidar com o escrutínio público e publicidade que a fotografia causou.

O fotógrafo Hans Runesson chegou a afirmar que a mulher se terá imediatamente arrependido da sua ação, mas ninguém o conseguiu confirmar. A verdade, no entanto, é que Danuta Danielsson nunca comentou publicamente o que fez.

A sua imagem tornou-se internacionalmente conhecida e gerou o debate sobre se a violência nas ruas era justificada contra os neonazis.

Em 2014, a escultora sueca Susanna Arwin fez uma pequena estátua de Danuta Danielsson a bater no neonazi e queria fazer uma versão em tamanho real para colocar na praça. No entanto, a Câmara Municipal da vila recusou colocá-la na praça onde tudo aconteceu, declarando que a estátua pudesse ser interpretada como a glorificação da violência


Fonte: Medium

MZ

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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

A Primeira Mulher Engenheira - Elisa Zamfirescu

Elisa Leonida Zamfirescu - A primeira mulher Engenheira

Nasceu em 1887 na Roménia.

Elisa nasceu num país e numa época em que várias profissões estavam proibidas para as mulheres, incluindo a engenharia.

No entanto, ela tinha uma paixão por física, química e matemática.

Depois de terminar os seus estudos secundários, quis entrar na Escola de Pontes e Estradas em Bucareste, no entanto, devido a preconceitos contra as mulheres estudarem ciências, Elisa foi rejeitada.

Em 1909 partiu para Berlim, Alemanha, onde foi aceite na Universidade Técnica de Berlim, Charlottenburg.

Terminou a licenciatura em engenharia em 1912.

Apesar de ter o título de Primeira Mulher Engenheira, existe uma engenheira irlandesa que graduou-se quatro anos antes de Elisa, em 1908, de nome Alice Perry.

Após terminar a sua licenciatura em 1912, começou uma carreira profissional na qual se destacou no seu posto como diretora dos Laboratórios do Instituto Geológico da Roménia, ao mesmo tempo era professora de física e química e ainda investigadora, especialmente no campo de procura de novas fontes de energia.

MZ

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