quinta-feira, 30 de março de 2017

O Último Condenado à Morte em Portugal

A cabeça de Diogo Alves, o último condenado à morte em Portugal

Apesar de ter sido o último condenado à morte em Portugal, ele não era português, mas sim espanhol, mais propriamente galego, nascido em Santa Gertrudes (Samos), bispado de Lugo, na Galiza.

Veio viver para Lisboa ainda novo, tendo ficado conhecido como o assassino do Aqueduto das Águas Livres já que de 1836 a 1939 cometeu neste local vários crimes hediondos, muitos eles, pensa-se, instigado pela sua mulher Gertrudes Maria.

Foi apanhado pelas autoridades em 1840, na sequência do assassinato da família de um médico cuja casa tinha assaltado e, por isso, sentenciado à forca.

A história de Diogo Alves, cuja sentença de morte foi aplicada a 19 de fevereiro de 1841, intrigou os cientistas da então Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Estes, após o enforcamento do homicida, na tentativa de compreender a origem da sua maldade, deceparam e estudaram a cabeça de Diogo Alves.

A cabeça encontra-se, ainda hoje, conservada num recipiente de vidro, onde uma solução de formol lhe tem perpetuado a imagem de homem com ar tranquilo - encontra-se no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Os cientistas nunca terão conseguido explicar o que o levou a adquirir uma chave falsa do Aqueduto das Águas Livres, onde se escondia para assaltas as pessoas que passavam, atirando-as de seguida do aqueduto, com 65 metros de altura.

Na época pensava-se que se tratava de uma onde de suicídios inexplicáveis e foram precisas muitas mortes, só numa família registaram-se quatro vítimas, para que se descobrisse que era tudo obra de um criminoso.

Desde o ano de 1846, a pena de morte passou a ser prisão perpétua. Já no ano de 1852, seria totalmente abolida.

MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

terça-feira, 28 de março de 2017

A Visitar: Palácio Nacional da Ajuda

Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa

O Palácio Nacional da Ajuda ou Paço de Nossa Senhora da Ajuda, encontra-se na freguesia da Ajuda, em Lisboa.

A utilização da quinta da Ajuda como Paço Real deu-se na altura do Terramoto de Lisboa a 1 de novembro de 1755 no reinado de D. José I.
D. José I
O terramoto destruiu praticamente toda a cidade de Lisboa, incluindo a residência do Rei, o velho Palácio da Ribeira, no Terreiro do Paço, junto ao Rio Tejo.

O terramoto causou tanto danos materiais como causou uma fobia na população lisboeta sobrevivente que receava novos abalos. Embora a Família Real e a Corte se encontrassem em Belém, uma zona da cidade em que não se fez sentir o terramoto com tanta intensidade, o Rei ficou perturbado com o acontecimento e recusou-se a viver em edifícios de pedra.

D. José mandou então construir no alto da Ajuda, local de pouca atividade sísmica, um palácio de madeira e pano, a que se chamou a Real Barraca ou o Paço de Madeira.

A obra só estaria pronta em 1761, esta construção obedecia, no seu início, a dois princípios: resistência a sismos e inexistência de alvenaria.

Os seus interiores foram decorados com o melhor mobiliário e grandes peças de tapeçaria, pintura e ourivesaria, a estrutura cresceu tanto que era maior em área do que o palácio existente atualmente. A Corte viveu aqui durante cerca de três décadas. D. José I viveu na Real Barraca até à sua morte, em 1777.

A sucessora de D. José I, D. Maria I, habitava o Palácio de Queluz e a Real Barraca ficou durante alguns anos em segundo plano.

Em 1794, segundo os registos, por descuido de um criado com uma candeia, deflagra-se um enorme incêndio que destrói por completo a Real Barraca e grande parte do seu recheio.

Há algumas peças do recheio do Paço que resistiram ao incêndio expostas hoje em dia no Museu do Palácio Nacional da Ajuda.

Deu-se a necessidade de se construir um novo palácio digno de acolher a Família Real, o projeto já vinha da época de D. João V e do velho Paço da Ribeira.

O Príncipe Regente D. João (futuro D. João VI) aprova a construção de raiz de um novo palácio. O plano é de Manuel Caetano de Sousa que apresenta um projeto Barroco, sendo o lançamento da primeira pedra celebrado a 9 de novembro de 1795.
D. João VI
A construção do palácio é interrompida em várias ocasiões dados os recorrentes problemas, a nível nacional, de ordem financeira e política. Como as Invasões Francesas que, em 1807, resultam na transferência da Família Real e da Corte para o Brasil.

Quando em 1821, D. João VI regressou do Brasil, o palácio ainda não estava concluído. As instalações permitiam apenas a realização de cerimónias protocolares.

Em 1828, D. Miguel I é no Palácio da Ajuda aclamado Rei pelos Três Estados reunidos na sala das Cortes, atual Sala da Ceia. D. Miguel I chega habitar o Paço da Ajuda durante cerca de seis meses, enquanto o Palácio das Necessidades sofria algumas alterações para ser a sua futura residência oficial.

Iniciados os confrontos entre as fações liberal e absolutista, o país entra em clima de frágil estabilidade e as obras que prosseguiam lentamente paralisam em 1833 com a entrada das tropas liberais em Lisboa.

Restabelece-se o regime liberal com a vitória das tropas de D. Pedro, e este assume o poder como Regente até à maioridade da sua filha, D Maria (futura D. Maria II) e jura na Sala do Trono do Palácio da Ajuda, a 30 de agosto de 1834, a Carta Constitucional.

D. Maria II e o seu marido, D. Fernando habitavam o Palácio das Necessidades, levando para segundo plano, novamente, o Palácio da Ajuda.

É no reinado de D. Luís I que se volta habitar o Palácio da Ajuda, a partir de 1861 o Palácio da Ajuda torna-se na Residência Régia.
D. Maria Pia e D. Luís I
Para acolher o novo Monarca e a sua futura esposa, D. Maria Pia de 15 anos, foram realizadas as obras indispensáveis na estrutura do edifício como telhados, madeiras e janelas. Foram feitas grandes encomendas de tapetes, luminária e móveis.

A Rainha D. Maria Pia, ao chegar à Ajuda em 1862, iniciou aquelas que foram as grandes alterações na decoração interior. Foram introduzidas novas regras de higiene, de conforto, de privacidade e de individualidade dos espaços, características da mentalidade burguesa do séc. XIX.

O Palácio da Ajuda é dos poucos Palácios Reais que mostra o lado familiar tão marcado. O recheio do palácio tem várias origens. Parte era proveniente das reservas dos Paços Reais e do Tesouro. Outra parte foi sendo adquirida às inúmeras casas portuguesas e estrangeiras da especialidade, sendo D. Maria Pia uma célebre impulsionadora e utilizadora da compra por catálogo, novidade na época. Os restantes objetos seriam presentes de diferentes Casas Régias.

O Palácio da Ajuda tornou-se simultaneamente cenário das festas de grande gala, bem como de acontecimentos ligados ao quotidiano da Família Real. D. Maria Pia pedia muitas vezes a D. Luís I a Sala do Despacho para organizar o Natal e o Carnaval.

Aqui nasceram os príncipes D. Carlos, em 1863, e D. Afonso, em 1865, passando aqui a sua infância.
D. Maria Pia e os dois filhos, D. Carlos e D. Afonso
Depois da morte de D. Luís, em 1889, é D. Carlos, o seu filho que ocupa o trono ao lado da Rainha D. Amélia. Por esta altura, D. Carlos vivia em Belém com a sua esposa e filhos, passando o Palácio da Ajuda para segundo plano.

Ficam no Palácio da Ajuda a Rainha-Mãe, D. Maria Pia e o seu filho, o Infante D. Afonso. D. Maria Pia viveu no palácio até outubro de 1910, data em que toda a Família Real saiu de Portugal na sequência da instauração da República.

Para visitar

Horário:
  • 10h00 às 18h00 (as salas começam a fechar a partir das 17h45)
  • Encerrado à 4ª-feira, 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio, 13 de junho, 24 e 25 de dezembro

Preço:
  • Bilhete normal: 5€
- Isenções:
  • 1º domingo de cada mês - visitas individuais e pequenos grupos
  • Crianças até aos 12 anos
  • Visitantes em situação de desemprego residentes na União Europeia
  • Visitantes com mobilidade reduzida (60% de incapacidade comprovada documentalmente) e 1 acompanhante
- Descontos:
  • Visitantes com idade igual ou superior a 65 anos: 50%
  • Cartão de Estudante: 50%
  • Cartão Jovem: 50%
  • Bilhete Família (a partir de 4 elementos com ascendência direta de 1º grau ou equiparado): 50%

A minha visita
Na minha primeira visita ao Palácio - Salão de Banquetes
A este palácio já fui quatro vezes, vou ser sincera era um palácio que não me dizia nada, nem tinha ouvido falar e "olhem" que a época em que ele se insere na História é uma das minhas favoritas.

Este palácio "chegou-me às mãos" através de um trabalho para a Licenciatura de Turismo, proposta pelos professores, em que o meu grupo tinha que organizar uma visita guiada ao palácio para o resto da turma, por esta razão fui duas vezes ao trabalho conhecer e preparar a visita, uma delas foi visita guiada o que aconselho vivamente, a terceira visita foi quando se realizou o trabalho e a quarta vez, foi porque gostei tanto do palácio que quis que o meu namorado conhecesse.

O palácio é maravilhoso, é lindo por dentro e imaginem, só está 1/4 construído do projeto inicial, mas como na época da sua construção o dinheiro não chegou, ficou inacabado.

Aconselho a visita, o preço do bilhete é mínimo. Portanto, quando tiverem um tempinho e forem à capital, visitem!


MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

domingo, 26 de março de 2017

Dresden em Ruínas

Dresden destruída na Segunda Guerra Mundial - 13 de fevereiro de 1945


Dresden é uma cidade da Alemanha, capital do Estado da Saxónia.

A cidade foi alvo de um controverso bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, onde cerca de 25 mil pessoas morreram.

A 13 de fevereiro de 1945, 245 quadrimotores Avro Lancaster da quinta frota de bombardeios britânicos descolaram em direção à cidade à beira do rio Elba, que contava então com 630 mil habitantes e abrigava um número estimado de centenas de milhares de refugiados.

Estrategicamente e economicamente, Dresden era irrelevante para o desenrolar da guerra, cujo desfecho já era previsível no início de 1945.

As sirenes antiaéreas da cidade tocaram às 21h39. Cerca de 3 mil bombas explosivas de alta capacidade e 650 mil bombas incendiárias choveram sobre Dresden, uma cidade conhecida pela sua beleza arquitetónica e pelos seus tesouros culturais.

Em apenas 23 minutos o centro estava em chamas. O brilho era tão intenso que pilotos britânicos relataram que, já a 320 km de distância a 6700 metros de altitude, era possível ver as chamas.


MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Operação Babylift

Transporte de bebés num avião - Operação Babylift

A Guerra do Vietname foi uma guerra que ocorreu no Vietname, Laos e Cambodja de 1955 a 1975.

Em 1965, os Estados Unidos enviaram tropas para sustentar o Governo do Vietname do Sul, que se mostrava incapaz de debater o movimento de nacionalistas e comunistas, que se haviam juntado na Frente Nacional para a Libertação do Vietname (FNL).

Na imagem, bebés sozinhos em bancos de avião, tratam-se de crianças vietnamitas do sul, que tinham viagem só de ida para os EUA, onde seriam adotadas por famílias locais. Poderiam também seguir depois para outro país ocidental.

A Operação Babylift foi uma iniciativa do Presidente dos EUA Gerald Ford para resgatar os órfãos de Saigon. Mas muitas das crianças tinham os país vivos e foram contrabandeadas.

Um dos aviões que faziam a Operação teve um acidente, a 4 de abril de 1975, matando 78 crianças.

A Operação acabou a 26 de abril, com a ocupação do aeroporto Tan Son Nhat pelas forças norte-vietnamitas.

Quatro dias depois o Vietname do Sul deixaria de existir.

MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A limpeza de um dos canais de Veneza em 1956




A limpeza de um dos canais de Veneza em 1956



MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

sábado, 18 de março de 2017

Autografo ao Assassíno

John Lennon autografa o álbum Double Fantasy para o fã Mark Chapman que seria o seu assassíno

John  Lennon, músico do grupo de rock britânico The Beatles foi assassinado no dia 8 de dezembro de 1980.

Aconteceu por volta das 23 horas, quando John voltava  para casa com a sua mulher, Yoko Ono.

Ao chegar à entrada da sua casa, um homem de 25 anos, Mark David Chapman, que no fim da tarde desse mesmo dia tinha encontrada Lennon e lhe pedido um autografo, pegou num revólver e efetuou cinco disparos contra Lennon.

O primeiro tiro atingiu uma janela do prédio, no entanto os outros quatro tiros atingiram Lennon, John Lennon caiu na entrada do edifício.

Os motivos do crime, segundo Mark Chapman, que se considerava um cristão renascido, foi o ódio a John Lennon devido a afirmações do cantor sobre Deus e religião. Mark era fã dos The Beatles e tinha Lennon como ídolo, mas isto mudou quando começou a praticar a sua religião seriamente.

A declaração polémica que os The Beatles eram mais populares que Jesus feita por Lennon em 1966, irritou profundamente Mark, considerou uma blasfémia, alegando que "não deveria haver ninguém mais popular que o Senhor Jesus Cristo".

Mark Chapman foi condenado a prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional após 20 anos de pena, a partir de 2000 seria concedido um julgamento visando a sua liberdade condicional a cada dois anos. Mark cumpre a pena desde 1980 numa penitenciária chamada Attica Correctional Facility, Nova Iorque.

Desde 2000 a sua liberdade condicional tem sido negada em todas as ocasiões.

A morte de John Lennon foi anunciada através de um jogo de futebol americano.
Naquela noite, o produtor de TV Alan J. Weiss teve um acidente de mota e aguardava ser atendido na sala de espera do hospital Roosevelt, na esquina da 10ª Avenida com a Rua 59. Foi quando se apercebeu a movimentação estranha e testemunhou com os próprios olhos o corpo de Lennon chegando ao local. Alan ligou para os colegas da emissora ABC e passou o furo de reportagem.

No momento, o canal exibia uma partida de futebol americano, entre as equipas New England Patriots e Miami Dolphins. Foi o locutor do jogo quem anunciou a morte pela primeira vez: "Uma tragédia indizível foi confirmada a nós pela ABC News em Nova York: John Lennon, do lado de fora de seu apartamento no West Side de Nova York, talvez o mais famoso de todos os Beatles, foi baleado duas vezes pelas costas, foi levado para o hospital Roosevelt, morto."

MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

quinta-feira, 16 de março de 2017

A Visitar: Torre dos Clérigos

Torre dos Clérigos - Porto

A Torre dos Clérigos é uma torre sineira que faz parte da Igreja dos Clérigos e está situada na cidade do Porto.

A torre foi construída entre 1754 e 1763 com projeto do italiano Nicolau Nasoni por encomenda de D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Cernache a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres.

A obra deu-se por finalizada em julho de 1763, com a colocação da cruz de ferro no topo e a imagem de São Paulo no nicho sobre a porta.

A torre tem características barrocas, é exemplo da expressão máxima da espetacularidade do barroco, onde os motivos típicos deste estilo, dão à torre movimento e beleza.

Tem mais 75 metros de altura, com 225 degraus, no topo da torre pode-se desfrutar de uma vista sobre a cidade do Porto.

A Torre dos Clérigos, é incontestavelmente o ex-libris da cidade, e um excelente miradouro sobre esta.

A Torre dos Clérigos pertence à Igreja  dos Clérigos. Também o projeto da igreja é da autoria de Nicolau Nasoni. As obras começaram em 1732. Dezassete anos depois, em 1749, a edificação da igreja era dada como concluída, mas o seu apetrechamento, e mais tarde, a ampliação da capela prolongariam por mais anos as obras na igreja.
Igreja dos Clérigos - Porto

Ainda no edifício dos Clérigos existe o Museu da Irmandade dos Clérigos, neste museu pode-se regressar ao passado, ao ter experiência de percorrer espaços, que em tempos, foram privados e destinados ao quotidiano da Irmandade dos Clérigos.
Museu da Irmandade dos Clérigos - Porto
O Museu atravessa a Casa do Despacho, a Sala do Cofre, o Cartório, e a antiga enfermaria, o museu tem um acervo constituído por bens culturais de valor artístico considerável, do século XIII até ao século XX - tendo coleções de escultura, pintura, mobiliário e ourivesaria.

Na enfermaria, que funcionou até aos finais do século XIX, foi convertida num espaço expositivo, e acolhe atualmente a coleção Christus, esta exposição é feita através de doação de uma coleção por parte de um colecionador particular, são peças de escultura de vulto, pintura e ourivesaria que enaltecem o encontro da arte com a fé.

Horários:
- Todos os dias: 09h00 às 19h00
- Exceções:

  • 24 Dez.: 09h00 às 14h00
  • 25 Dez.: 11h00 às 19h00
  • 31 Dez.: 09h00 às 14h00
  • 01 Jan.: 11h00 às 19h00 

Preços:
- Bilhete Diurno - 09h00 às 19h00:

  • Torre + Exposição Irmandade + Coleção Christus: 4€ (gratuito para crianças até aos 10 anos)
  • Visita guiada à Exposição + Coleção Christus + Torre: 6€

- Bilhete Noturno - 19h00 às 23h00:

  • Torre: 5€ - gratuito para crianças até aos 10 anos

- Clérigos fora de horas - para grupos - 19h00 às 23h00:
   - Visita guiada à Exposição da Irmandade + Coleção Christus + Visita livre à Torre:

  • Até 25 pessoas: 250€
  • Superior a 25 pessoas (máx. 50 pessoas): acresce 8€ por pessoa

- Bilhetes combinados:

  • Bilhete Palácio da Bolsa + Torre dos Clérigos + MMIPO - 11€
  • Bilhete Paço Episcopal + Torre dos Clérigos - 6€
  • Bilhete Sé + Torre dos Clérigos - 5€
  • Porto Card: 50% de desconto (para o bilhete diurno "Torre + Exposição Irmandade + Coleção Christus")


MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.