segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Walter Yeo - Um dos Primeiros a submeter-se a um Transplante de Pele

Walter Yeo um dos primeiros pacientes a submeter-se a um transplante de pele - 1917 (Antes e Depois)
Walter Yeo nasceu a 20 de outubro de 1890, em Plymouth, na Inglaterra.

Foi um marinheiro inglês da Primeira Guerra Mundial.

Walter ficou ferido na Batalha da Jutlândia, a 31 de maio de 1916. Sofreu lesões faciais, incluindo a perda de pálpebras superiores e inferiores.

Foi uma das primeiras pessoas a receber um transplante de pele, uma cirurgia plástica realizada por Harold Gillies, em 1917.

Durante o processo de cirurgia, uma espécie de "máscara" de pele foi transplantada para a zona dos olhos de Yeo, incluindo umas novas pálpebras.

Walter faleceu aos 70 anos de idade, na sua cidade natal, em dezembro de 1960.


MZ

A(s) imagem(ns) podem ser encontradas em vários sites da Internet, o texto é baseado em várias pesquisas feitas por mim.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Colina das Cruzes - Šiauliai

Colina das Cruzes - Šiauliai na Lituânia
A origem deste local não reúne consenso, contudo a teoria mais aceite sugere que as primeiras cruzes foram colocadas dentro dos limites do castro Jrgaičai, pouco depois do Levante de Novembro (Revolta armada contra o domínio russo na Polónia).

Ao longo dos séculos foram colocados além de cruzes, crucifixos gigantes, esculturas sacras, estátuas da Virgem Maria e milhares de pequenos Rosários, que são trazidos por fiéis católicos. O número exato de cruzes é desconhecido, mas estima-se que em 2006 superava as 100 mil.

Segundo se conta, a origem desta colina deve-se a uma manifestação de luto e pesar dos familiares de lituanos, que foram enviados para a Sibéria pelos Russos, quando da tentativa de libertação da Lituânia do domínio russo.

Os que eram enviados para a Sibéria eram na grande maioria das vezes logo dados como mortos pelos familiares que colocavam neste local uma cruz em sua memória.

A primeira cruz teria sido colocada pelo filho do dono do terreno onde se começou a colocar as cruzes, que tinha sido enviado para a Sibéria, o filho escolheu este local porque era onde o seu pai trabalhava e considerou-o ideal para perpetuar a memória do pai.

Quase 250 mil lituanos foram mortos ou exilados durante os anos de governo de Estaline. Agentes no KGB foram destacados para o local de forma a impedir que a população colocasse novas cruzes, à revelia das ordens dadas e por três vezes a colina foi arrasada pela polícia secreta, sendo novamente reconstruída pelos esforços da população. As pessoas levavam as cruzes durante a noite, ignorando os perigos, proibições e perseguições das autoridades.

A arte de esculpir cruzes em madeira é hoje um dos mais tradicionais artesanatos lituanos, reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Quando a Lituânia retomou a sua independência, este local tornou-se local de peregrinação, símbolo da identidade do povo lituano.

A existência deste local foi divulgada pela visita do Papa João Paulo II, em 1993, que daria à Lituânia o epíteto de "o país das cruzes". 

MZ

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A Dama de Ferro

Margaret Thatcher
Margaret Hilda Thatcher nasceu a 13 de outubro de 1925, em Grantham, na Inglaterra.

Margaret estudou em Oxford em 1943, a única faculdade que aceitava mulheres na altura, após abrir uma vaga depois de outra candidata ter desistido. Graduou-se em 1947 com honras de segunda classe, nos quatro anos de licenciatura em Bacharelado de Ciência em Química, especializando-se em cristalografia de raios X.

Não se dedicou a 100% à química, pois só pretendia ser uma química por um curto período de tempo. Mesmo quando trabalhava nesta área, já pensava em leis e política.

Foi Primeira-Ministra do Reino Unido de 1979 e 1990 e Líder da Oposição de 1975 e 1979.

Foi a Primeira-Ministra com o maior período no cargo durante o séc. XX e a primeira mulher a ocupá-lo.

Tornou-se Primeira-Ministra a 4 de maio de 1979. Quando chegou a 10 Downing Street, ela terá dito a oração:
     Onde houver discórdia, que eu leve a união;
     Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
     Onde houver erro, que eu leve a verdade;
     Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Em 1976, Margaret fez um discurso sobre política externa em que criticou a União Soviética por procurar "domínio mundial". Intitulado de "Britain Awake", o jornal do exército soviético Estrela Vermelha refutou a sua postura numa peça chamada "Dama de Ferro Aumenta os Medos" pelo capitão Yuri Gavrilov.

A alcunha "Dama de Ferro" seguiu Margaret Thatcher ao longo da sua carreira política e tornou-se um apelido para algumas mulheres na política. As suas políticas ficaram conhecidas como Thatcherismo.

Após sair da Câmara dos Comuns, Margaret tornou-se a primeira ex-líder do governo britânico a criar uma fundação. A ala britânica da Fundação Margaret Thatcher foi dissolvida em 2005 devido a dificuldades financeiras.

Em agosto de 1992, Margaret pediu que a OTAN impedisse o ataque sérvio a Gorazde e Sarajevo para acabar com a limpeza étnica durante a Guerra da Bósnia. Comparou a situação na Bósnia e Herzegovina aos "piores excessos dos nazis" e advertiu que poderia haver um "holocausto".

Escreveu dois volumes de memórias: "The Downing Street Years", em 1993 e "The Path to Power", em 1995.
Livro "The Downing Street Years", de 1993
Livro "The Path to Power", de 1995
Nas eleições gerais de 2001, Margaret Thatcher apoiou a campanha conservadora, como em 1992 e 1997, e endossou Iain Duncan Smith para a liderança do partido.

Em 2002, encorajou George W. Bush a enfrentar agressivamente o "negócio inacabado" do Iraque sob Saddam Hussein, e elogiou Blair pela sua "liderança forte e atrevida" ao apoiar Bush na Guerra do Iraque.

Ainda em 2002, Margaret publicou o livro "Statecraft: Strategies for a Changing World", dedicando-o a Ronald Reagan e escrevendo que não haveria paz no Oriente Médio até que Saddam Hussein fosse derrubado. Também escreveu que Israel devera negociar terras pela paz e que a União Europeia era "fundamentalmente irreformável", "um projeto utópico clássico, um monumento à vaidade dos intelectuais, um programa cujo destino inevitável é o fracasso". Margaret argumentou que o Reino Unido deveria renegociar os seus termos de adesão ou deixar a União Europea e se juntar ao Tratado Norte-Americano de Livre Comércio.
Livro "Statecraft: Strategies for a Changing World", de 2002
Após sofrer vários pequenos derrames, recebeu a recomendação dos seus médicos para não falar mais em público. Em março de 2002, anunciou que, por conselho médico, cancelaria todos os discursos planeados e não aceitaria mais nenhum outro.

Um ano depois, a 26 de junho de 2003, o seu esposo Denis faleceu aos 88 anos, vítima de cancro do pâncreas.
Margaret Thatcher com o marido, Denis
A 11 de junho de 2004, Margaret, contrariando recomendações médicas, compareceu ao funeral de Estado de Ronald Reagan. Ela enviou um tributo em vídeo que, devido à sua saúde, foi pré-gravado vários meses antes. Thatcher foi para a Califórnia com a comitiva e participou do serviço fúnebre e cerimónia de enterro na Biblioteca Presidencial Ronald Reagan.

Em 2005, criticou a forma como a decisão de invadir o Iraque foi feita dois anos antes. Embora ainda apoiasse a intervenção para derrubar Saddam Hussein, ela disse que como cientista sempre procuraria "factos, evidências e provas", antes de usar as forças armadas.

Ainda em 2005, celebrou o seu 80º aniversário, com uma festa com 650 convidados no hotel Mandarin Oriental Hyde Park, em Londres. Entre os convidados estavam a Rainha, o Duque de Edmburgo, a Princesa Alexandra e Tony Blair.

Em 2005 foi revelado pela sua filha, Carol, que Margaret tinha demência e que tinha perdas de memória. Carol revelou que era-lhe doloroso ter que contar à mãe repetidamente que o seu marido Denis tinha morrido.

Em 2006, Thatcher participou nos eventos oficiais realizados em Washington, D.C. para lembrar o 5.º aniversário dos ataques de 11 de setembro contra os EUA.

Em fevereiro de 2007, tornou-se a primeira Primeira-Ministra britânica a ser homenageada em vida com uma estátua no Palácio de Westminster, sede de ambas as casas do parlamento inglês. A estátua feita em bronze, foi colocada em frente à do seu herói politico, Sir Winston Churchill, e foi revelada a 21 de fevereiro de 2007 com a presença de Margaret.

Depois de colapsar num jantar da Câmara dos Lordes, Thatcher, tendo sofrido de pressão arterial baixa, deu entrada no Hospital St. Thomas no centro de Londres, em março de 2008 para exames.

Em 2009, foi hospitalizada novamente quando caiu e partiu um braço. Voltou ao 10 Downing Street no final de novembro de 2009 para a revelação do retrato oficial feito pelo artista Richard Stone, uma honraria incomum para uma antiga Primeira-Ministra viva.
Margaret Thatcher com o retrato feito por Richard Stone
Faleceu a 8 de abril de 2013, aos 87 anos de idade, depois de sofrer um AVC, no Hotel Ritz em Londres, onde estava desde dezembro de 2012 depois de ter dificuldades com as escadas da sua casa em Chester Square.

Recebeu um funeral cerimonial, incluindo honras militares completas, com um serviço religioso na Catedral de São Paulo a 17 de abril.
Funeral de Margaret Thatcher
A Rainha Isabel II e o seu marido participaram no funeral, sendo apenas a segunda vez que Isabel compareceu ao funeral de um dos Primeiros-Ministros que ocuparam o cargo durante o seu reinado.

Após a cerimónia fúnebre, o corpo de Margaret Thatcher foi cremado no Mortlake Crematorium, onde o seu marido tinha sido também cremado.

A 28 de setembro de 2013, as suas cinzas foram enterradas nos terrenos do Royal Hospital Chelsea, ao lado das do seu marido.


As frases de Margaret Thatcher

- "Entrei no governo com um objetivo: transformar o país, de uma sociedade dependente numa sociedade autocofiante, de uma nação 'dê para mim' numa nação 'faça você mesmo'."

- "Se quer que digam algo peça a um homem. Se quer que façam algo, peça a uma mulher."

- "Ser poderoso é como ser uma dama. Se você tem de dizer às pessoas que você é, você não é."

- "Tentar curar a doença britânica com socialismo era como tentar curar leucemia com sanguessugas."

- "Não existe essa coisa de sociedade. Existem indivíduos, homens e mulheres, e existem as famílias."

- "Ninguém se lembraria do Bom Samaritano se ele tivesse apenas boas intenções. Ele tinha dinheiro também."

Assinatura de Margaret Thatcher


MZ

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Medicina do Passado

Já fiz alguns post's sobre a medicina do passado e hoje farei mais um... Deixarei aqui uma série de imagens que nos dão a conhecer um pouco do que era a medicina do passado.

Ambulância puxada a cavalo, do hospital de Believue - 1896

Seringa em bronze do séc. XVII
Não havia material descartável. Usavam-se seringas pesadas, detalhadas e que durassem muito tempo. Esta seringa da imagem é feita em bronze, algo comum no séc. XVII, mas existiam também feitas em marfim, vidro, aço, entre outros.

Removedor de amígdalas - 1860

Espéculo ginecológico - 1900
Este instrumento permitia uma melhor visão da área vaginal ao médico, através da sua expansão após a inserção.

Extrator de bala - 1500
Os extratores de bala podiam chegar às balas mesmo que fossem feridas profundas. O extrator da imagem tinha um parafuso que pode ser inserido na ferida e alongado para perfurar a bala, de modo a que esta possa ser puxada para fora.

Seringa de clister - Séc. XVIII
Era um instrumento de metal com a entrada em madeira. Com o desconhecimento de outras formas terapêuticas, o recurso a clisteres era muito frequente entre os séc. XV e XVIII.

Sanguessuga Artificial - 1800
O tratamento chamado de Sangria com sanguessugas era muito popular para uma vasta lista de condições médicas. A sanguessuga artificial foi inventada em 1840 e foi usado com frequência no olho e orelha.
As lâminas rotativas cortavam uma ferida na pele do doente, enquanto o cilindro era utilizado para produzir um vácuo que aspirava o sangue.

Clíster para inserir fumo no reto - 1750-1810
Os médicos faziam "enema de tabaco" nos doentes para aliviar as dores, ou seja, sopravam fumo de tabaco no reto do paciente.
A prática foi utilizada pela primeira vez em vítimas de afogamento, mas tornou-se uma forma popular para tratar desde constipações até dores de cabeça, estômago, cólicas e problemas respiratórios. Tinha-se a ideia de que o fumo aquecia o corpo e fazia com que a respiração fosse normalizada.

Kit dos cirurgiões da Guerra Civil dos EUA - 1861 a 1865

Dilatador de útero - 1800

Mordaça - 1880-1910
Tratava-se de uma mordaça em madeira, com forma de parafuso, era colocada na boca do doente anestesiado para manter as vias respiratórias abertas.

Garrafa de transfusão de sangue - 1978

MZ

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Porta-Veneno



Porta-veneno escondido num livro falso do séc. XVII.

Servia para esconder veneno.

O livro seria uma Bíblia e foi encontrado na Alemanha, em 2008.

MZ

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Os Relógios da História

Antes de existirem os relógios como os conhecemos atualmente, a Humanidade utilizava métodos para medir o tempo com recursos a meios naturais.

Relógio de Sol

Relógio de Sol
- Este relógio remonta a período paleolítico ou neolítico, sendo que pesquisas apontam para 1500 a.C., como o ano da sua origem.
- As antigas civilizações perceberam que o movimento de rotação da Terra fazia com que a sombra se deslocasse e passaram a anotar essas movimentações, desenhando linhas retas em pedras.
- A partir de cálculos, descobriram quantas horas haviam sido percorridas. Assim criaram o relógio de sol.
- Este relógios marcavam as horas através da sombra dos objetos.
- O relógio de sol mais antigo conhecido do mundo foi projetado no Egito, na época dos Tutmósis.
Funcionamento de um Relógio de Sol

Relógio de Água

Ilustração de um Relógio de Água
- Conhecido também como Clepsidra.
- O relógio mais antigo leva-nos até ao reinado de Amenhotep II, de Karnak, no Egito.
- Este relógio consistia na colocação de dois recipientes em posições diferentes. Um deles, cheio de água, era colocado sobre o outro, fundo e vazio. Depois era feito um furo no recipiente superior, que gradualmente transferia a água para o outro recipiente. Enquanto este processo decorria, media-se o tempo.

Relógio de Areia

Relógio de Areia
- Também conhecido como ampulheta, baseava-se no mesmo princípio do relógio de água.
- A areia corria de um recipiente para o outro , através de um orifício.
- Estes relógios começaram a ser usados em navios e igrejas para marcar as meias-horas.
- A sua invenção é atribuída a Luitprand, um monge de Chartres, do séc. VIII.

Relógio de Bolso

Relógio de Bolso "Ovo de Nuremberg"
- Começou a ser utilizado por volta de 1500.
- O primeiro exemplar foi criado por Pedro Henlein, em Nuremberg e, dada a sua forma, ficou conhecido como "Ovo de Nuremberg".
- Era, inicialmente, feito de ferro, com uma corda para cerca de 40 horas e uma mola espiral.
- Foram os primeiros relógios usados por pessoas, com um uso não industrial ou científico. Eram raros e vistos como fortes sinais de riqueza, semelhante às jóias. Era um símbolo da aristocracia daquela época.

Relógio de Pêndulo

Relógio de Pêndulo
- Até 1580 não existiam métodos para determinar, de uma forma razoavelmente precisa, intervalos de tempo relativamente curtos.
- Esta situação alterou-se com a descoberta de Galileu, do isocronismo do pêndulo, ou seja, o período do pêndulo não depende de amplitude do movimento oscilatório.
- Esta descoberta serviu de base para a construção de relógios de pêndulos acionados através de pesos ou molas.

Relógio de Pulso

Relógio feito por Cartier (esquerda) feito para Santos Dumont (direita)
- Foi inventado pela empresa Patek Philippe.
- Santos Dumont tem um papel fundamental na criação deste relógio, considerado o "pai da aviação" pretendia cronometrar o tempo de voo dos seus aviões durante as experiências. Na altura, os relógios ficavam nos bolsos, presos por uma corrente, e Dumont tinha dificuldades em tirar, constantemente, o relógio do bolso, então encomendou ao joalheiro Cartier um modelo que ficasse fixo no braço e facilitasse o controlo das horas.
- Em março de 1904, Cartier apresentou-lhe o que é considerado o primeiro relógio de pulso do mundo, batizado de Santos, com pulseira de couro, fabricado na França.
- Durante a Primeira Guerra Mundial foi o marco definitivo no uso do relógio de pulso, já que os soldados precisavam de saber as horas de uma forma prática.

Relógio de Quartzo

Relógio de Quartzo
- Este relógio marcou a indústria relojeira no final do séc. XX.
- O uso das vibrações mecânicas desse material, estudado desde a década de 1930, é difundido na década de 1960, tornando os relógios mais preciosos.
- Na procura de mais precisão, em 1967 passou-se a utilizar a radiação eletromagnética do átomo de césio.

Relógio Digital

Relógio Digital
- Funciona através de energia elétrica que alimenta a bateria.
- A imagem das horas é apresentada num visor LED.
- Esta tecnologia ajudou a difundir o uso do relógio em meados do séc. XX e início do séc. XXI, uma vez que a tecnologia era mais barata e precisa. Devido a isto, os relógios digitais passaram a ser cada vez mais utilizados no dia-a-dia.

Relógio Atómico

Mecanismo de um Relógio Atómico
- Foi a grande criação do séc. XXI, pois a marcação das horas tem uma precisam 100 mil vezes superior a todos os outros modelos.
- Trata-se do relógio mais preciso do mundo, com uma margem de erro de 1 segundo a cada 65 mil anos.
- Os elementos utilizados no funcionamento deste relógio são, geralmente, o hidrogénio, o rubidio e o césio.
- Dada a sua precisão, passou a ser utilizado para medir o tempo de experiências astronómicas e de ondas gravitacionais.

MZ

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Dica de Livro ou Filme: "Bohemian Rhapsody"

Filme: "Bohemian Rhapsody"
Foi no dia 4 de dezembro que vi o filme "Bohemian Rhapsody" que se trata de uma biografia da banda Queen, um pouco mais direcionado para Freddie Mercury, mas sem esquecer os outros elementos da banda.

É um filme que aconselho a ver, MESMO, muito bom! Acho que no ambiente do cinema fica muito bom, mas quem não tiver a mesma oportunidade que eu, que veja em casa que também vale a pena.

Está um filme que embora tenha um pouco mais de duas horas não se torna chato, nem é demasiado pesado devido à história e principalmente devido ao fim da vida do vocalista da banda.

Fui positivamente surpreendida por este filme, não estava à espera de nada, nem tinha visto como deve ser o trailer. Mas gostei muito, desde a história que embora tenha que ter alguma ficção para haver alguma expectativa.

A caracterização dos atores estava excelente e o trabalho destes também muito bom, especialmente na parte do concerto que os Queen deram no Live Aid, em Londres em 1985 e que aparece representado no filme, é impossível ser mais igual!

Mas prémio a nível de caracterização física vai para o ator que representou o guitarrista, eram iguais. Já o ator que interpretou Freddie Mercury melhor era impossível, toda a expressividade do cantor estava presente no filme.

O trailer do filme:


O filme foi lançado a 24 de outubro de 2018, no Reino Unido. Teve como direção Bryan Singer e na produção Bryan Singer, Robert De Niro, Jim Beach e Graham King.

Os atores principais:







MZ

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