Durante uma escavação perto do rio Amarelo, na China, investigadores encontraram um esqueleto humano que teria sofrido de uma forma rara de nanismo, com mais de cinco mil anos.
Foram também encontrados outros corpos que viveram entre aproximadamente 3300 e 2900 a.C. Ao perceberem que um dos esqueletos era menor e mais frágil que os outros, os investigadores iniciaram uma investigação aprofundada, e descobriram ser um corpo de um jovem adulto que sofria de nanismo.
Em arquivos, existem apenas 40 casos de pessoas que tinham esta condição.
Segundo o co-autor da pesquisa e arqueólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia: "Eu acho que é importante reconhecer que a deficiência e a diferença podem ser encontradas no passado, mas não são necessariamente conotações negativas social ou culturalmente. Os textos históricos antigos mostram que eles podem, de facto, ter sido reverenciados em algumas situações."
Foram também encontrados outros corpos que viveram entre aproximadamente 3300 e 2900 a.C. Ao perceberem que um dos esqueletos era menor e mais frágil que os outros, os investigadores iniciaram uma investigação aprofundada, e descobriram ser um corpo de um jovem adulto que sofria de nanismo.
Em arquivos, existem apenas 40 casos de pessoas que tinham esta condição.
Segundo o co-autor da pesquisa e arqueólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia: "Eu acho que é importante reconhecer que a deficiência e a diferença podem ser encontradas no passado, mas não são necessariamente conotações negativas social ou culturalmente. Os textos históricos antigos mostram que eles podem, de facto, ter sido reverenciados em algumas situações."
Descobriram que o jovem tinha membros curtos e o tronco e a cabeça eram pequenos, sendo diagnosticado como nanismo proporcional, o que é raro nos registos arqueológicos de seres humanos vivos.
Nas formas mais comuns desta condição, os membros acabam por crescer desproporcionalmente menores que o tronco e a cabeça.
De acordo com os arqueológos, a baixa estatura pode ter sido causada pelo mau funcionamento de glândulas como a tiróide e a hipófise.
O facto teria prejudicado os seus níveis hormonais, afetando o crescimento ósseo, o funcionamento dos órgãos e o desenvolvimento cognitivo.
Nas formas mais comuns desta condição, os membros acabam por crescer desproporcionalmente menores que o tronco e a cabeça.
De acordo com os arqueológos, a baixa estatura pode ter sido causada pelo mau funcionamento de glândulas como a tiróide e a hipófise.
O facto teria prejudicado os seus níveis hormonais, afetando o crescimento ósseo, o funcionamento dos órgãos e o desenvolvimento cognitivo.
MZ
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