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Myra Hindley Fonte: Biography.com |
Myra Hindley nasceu a 23 de julho de 1942, em Manchester, na Inglaterra. Cresceu com a avó.
Após a morte por afogamento de um amigo próximo aos 15 anos, Myra abandona a escola e converteu-se ao catolicismo romano.
Em 1961, conheceu Ian Brady, um empregado de balcão recém-libertado da prisão. Myra apaixonou-se e logo se entrou totalmente a ele.
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Ian Brady e Myra Hindley Fonte: O Aprendiz Verde |
Testando a sua lealdade cega, Ian Brady traçou planos de violações e assassinatos. Em julho de 1963, atacaram a sua primeira vitima, Pauline Reade, de 16 anos..
Quatro meses depois, John Kilbride, de 12 anos, desapareceu, e nunca mais foi visto. Em junho de 1964, Keith Bennett, de 12 anos, também desapareceu. Em 1964, desaparece num parque de diversões locais, Lesley Ann Downey, de 10 anos.
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Vítimas de Myra Hindley e Ian Brady: John Kilbride, Lesley Ann Downey, Keith Bennet, Pauline Reade e Edward Evans Fonte: O Aprendiz Verde |
Em outubro de 1965, a polícia foi alertada para a dupla pelo cunhado de Myra, de 17 anos, David Smith. David terá testemunhado Ian Brady a matar Edward Evans, de 17 anos, com um machado, escondendo o seu horror por medo de encontrar também o mesmo destino. David Smith então foi à polícia e contou a sua história.
Myra e Ian Brady foram presos e levados a julgamento a 27 de abril de 1966, onde se declararam inocentes dos assassinatos de Edward Evans, Lesley Ann Downey e John Kilbride.
Ian Brady foi considerado culpado pelos assassinatos de Lesley Ann Downey, John Kilbride e Edward Evans, enquanto Myra Hindley foi considerada culpada pelos assassinatos de Lesley Ann Downey e Edward Evans, e também por abrigar Ian Brady, sabendo que tinha morto John Kilbride. Ambos foram condenados a prisão perpétua.
Em 1970, Myra Hindley cortou todo o contacto com Ian Brady e, ainda alegando inocência, iniciou uma campanha ao longo da sua vida para recuperar a sua liberdade.
Em 1987, Myra voltou à imprensa com a divulgação pública da sua confissão completa, na qual admitiu o seu envolvimento nos cinco assassinatos.
Os seus pedidos subsequentes de liberdade condicional foram negados.
Myra Hindley morreu de insuficiência respiratória a 16 de novembro de 2002.
MZ
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